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Trapoferino
 


A evolução do ensino no Brasil

 

O trapo recebeu este e-mail, achou interessante, e publica:

1. Ensino de matemática em 1950
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
(  )SIM (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

7. Em 2010 já está assim
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder).
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00.



Escrito por Idi Ota às 22h12
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Fuja das fórmulas prontas antes que seja tarde


Esse negócio de importar fórmulas prontas nunca deu certo em canto nenhum do mundo.

Nem aqui, nem na China.

Vamos ao que interessa.

Quando a rejeição ao governo Micarla beirava inacreditáveis 80%, sapecaram uma campanha publicitária no ar com o mote “Você não sabia, mas agora sabe e aprova”.

Um dos VTs mostrava uma mãe recém-parida, feliz da vida, dando o testemunho do atendimento primeiro-mundista na maternidade Leide Morais.

Logo depois a maternidade fechou.

Agora a Prefeitura joga no ar uma nova campanha.

A do trabalho, trabalho e trabalho.

[ Parece até clone daquela de Wilma.]

Aí as reclamações de atraso no pagamento de salário se proliferam no twitter.

Um barnabé municipal de alto coturno dá o veredicto: “O atraso no pagamento aos servidores é o começo do fim de qualquer administração, a prova que nada ali funciona.”

Uma tuiteira ironiza: “Passando o comercial da Prefeitura de Natal e Painho diz: Isso tudo é onde mesmo, heim? Eu não queria nem rir, mas não deu.”

O Trapo aciona Idi Ota para saber o motivo do atraso de salários. E ele, no melhor estilo cabra safado com um vidro de óleo de peroba na mão, arremata:

— Vou ligar para uma amiga minha do Iprevinat.

Inda mais essa: Idi Safadão.

Ninguém merece!



Escrito por Idi Ota às 21h57
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O arranca-rabo entre a
borboleta e os estudantes



Quem está de volta a Natal é o nosso japonês metido a detetive, Idi Otta.

Mudou a grafia do nome.  Agora com dois tês. Sugestão de uma amiga numeróloga de Fukushima.

Idi chegou do Japão, onde esteve para dar apoio à parentada vítima do tsunami.

O jaraponga desembarcou no Aeroporto Augusto Severo, pegou os jornais, entrou no twitter e ficou surpreso com a verborragia  nesse arranca-rabo do #foramicarla.

De um lado os manifestantes pressionando o presidente da Câmara para ressuscitar a CEI dos Aluguéis, descendo a lenha na borboleta e exigindo o impeachment da queridinha de Miguel Weber .

De outro, os micarlistas fulos da vida, bufando e soltando fogo pelas narinas.

Depois de medir os prós e contras, Idi chegou à seguinte conclusão:

“Essa arenga vai terminar matando Carlita Moenda  do coração, Ári Som de raiva e os fakes da assessoria de imprensa da prefeitura de Natal de sono.”



Escrito por Idi Ota às 23h17
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Natal: uma cidade em apuros

 

Pobre Micarla!

Está mais perdida que uma borboleta no meio do deserto.

Depois da terceirização das UPAs e das AMEs, trouxe de volta o tal do instituto pernambucano para cuidar dos pacientes de dengue em Natal.

Oito milhões em apenas três meses.

Custo de um médico na casa dos R$ 50 mil mensais.

E não existe uma ação forte de combate ao mosquito.

Nada de força-tarefa para entrar nas casas fechadas e combater os focos do Aedes.

Agora decreta situação de emergência alegando excesso de chuvas.

Em Natal não há ruas alagadas, não há desabrigados, não há desalojados. Apenas um volume de chuva acima da média.

A administração quer dinheiro para cuidar das áreas de risco.

Pobre Natal dos magos que nos apontaram o caminho das pedras.

A nós, que a elegemos no primeiro turno com um turbilhão de votos, só resta iniciar a contagem regressiva.

Falta um ano e seis meses para Micarla deixar a prefeitura.



Escrito por Idi Ota às 11h26
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Clientes se revoltam com
atendimento do Hipercard


Revolta na fila do Hiper da Prudente de Morais na manhã desta terça-feira, 5 de abril, dia de vencimento de fatura.

Um grupo de aproximadamente 30 pessoas fez um protesto para denunciar o descaso do Hipercard.

O grupo era formado, em sua maioria, por donas de casas e aposentados que não receberam a fatura em casa e foram obrigados a se deslocar até a loja da Prudente de Morais para tirar uma segunda via e poder pagar em dia, sem juros e multas.

“Não estamos pedindo nada demais. Queremos apenas receber a fatura em casa e com antecedência. Só isso: re-ce-ber a fa-tu-ra em casa. Seria pedir muito, minha gente?”, indagou um dos manifestantes, que subiu numa cadeira e foi aplaudido pelos demais.

Um outro reclamou que há dois meses a fatura não é entregue. “É uma falta de respeito”, desabafou.

A prima de Idi Ota, nosso aprendiz de espião, ficou 34 minutos e 27 segundos na fila.

Maci Ota mostrava o cronômetro do celular. “Do momento em que entrei na fila até a boca do caixa. Trinta e quatro minutos”, protestou.

Ela acha que o atendimento no velho hiper (cliente desde 1987) piorou muito desde que o grupo Bompreço foi dividido em dois e vendido pelo
empresário João Carlos Paes Mendonça.

O supermercado foi comprado pela multinacional Walmart. O cartão de crédito pelo Unibanco.

“Eles não aceitam débito automático, pode? Para pagar a fatura no caixa só com dinheiro vivo ou cheque", reclamou um senhor de cabelos brancos.

A gerente local reconheceu as dificuldades. Disse que são três terminais eletrônicos, mas ontem só estava funcionando um.  Um já estava com defeito e outro foi destruído por um cliente em fúria.

Protesto de clientes do Hipercard, hoje (5), no Hiper da Prudente

Gerente relatou defeito de caixas, mas não explicou atraso nas faturas



Escrito por Idi Ota às 14h29
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PIRANGI-2011
Bloco da Saúde alerta sobre dengue


O Bloco da Saúde arrastou uma multidão pelo corredor da folia em Pirangi, na avenida Dep. Márcio Marinho. Puxados pelo trio elétrico da Banda Verdadeira Chama, os foliões esbanjaram alegria nesta segunda noite de carnaval. Além de fazer a festa, o bloco fez jus ao nome e levou uma mensagem de alerta às pessoas sobre o problema da dengue.

O prefeito Maurício Marques acompanhou o bloco durante todo o percurso, até a chegada à praça São Sebastião, onde está montado o palco para realização dos shows. Ele destacou a importância da iniciativa do bloco de alertar a população sobre a dengue. "Não dá pra relaxar com a saúde, mesmo em meio à folia. Por isso, essa mensagem de alerta contra a dengue ajuda a conscientizar as pessoas sobre a importância de cada um fazer o seu papel".

Aproximadamente duas mil pessoas fizeram a festa com o bloco, além das pessoas que acompanharam a passagem do trio nas calçadas, sacadas de prédios e varandas das casas e apartamentos.

Depois do Bloco da Saúde, o próximo a passar pela avenida é o tradicional Burro Elétrico, cuja animação ficará a cargo da Banda Detroit. Em seguida, a agitação será com o trio elétrico da Banda Deixe de Brincadeira. 



Escrito por Idi Ota às 22h14
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Nataltic está à deriva e em rota de colisão

 

Quando um governo está ladeira abaixo não tem santo que ajude.

Depois de Adão Eridan, da torcida do Flamengo, da Fiel Corinthiana, dos torcedores de ABC e América, agora foi a vez de João Maia cair fora do barco micarlista.

Em entrevista neste sábado, em Caicó, o platinado deputado federal Jota Maia disse cobras e largatas da ex-aliada, disse que estava “decepcionado” com o governo de Micarla, a quem classificou de “administração sem foco e que troca de secretário a cada semana”.

Antes disso, a bancada do PSB já havia decidido deixar a base aliada e fundar um bloco independente na Câmara.

O problema é que o "Nataltic" está à deriva, em rota de colisão com o povo natalense e ninguém faz nada para impedir o desastre.



Escrito por Idi Ota às 20h37
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As grandes tragédias de janeiro

Janeiro está entrando para a história como o mês das grandes tragédias.

Idi se deu ao trabalho de fazer uma pesquisa nos jornais dos últimos quatro anos.

Eis a conclusão a que ele chegou:

Caro Trapo.

Folheando os jornais de Natal encontrei muita coisa ruim no mês de janeiro.

Em 2008 tivemos aquela onda toda da febre amarela. Até uma pessoa com sintomas da doença foi levada para o Giselda Trigueiro, vindo do Seridó, após um retiro no Norte do Brasil.

Em 2010 tivemos aquele terrível terremoto no Haiti. Pra mais de 200 mil mortos, incluindo a venerável Zilda Arns e um militar mineiro casado com uma natalense que falava com a família via skype quando o mundo veio abaixo.

Em 2011 tivemos esses terríveis temporais na zona serrana do Rio de Janeiro. Sofrimento, angústia, dor no coração.

Esperamos que em 2012 a coisa seja diferente.

Que Deus abençoe a todos nós.

#  # #

O Trapo notou que Idi pulou 2009.
 
O que poderia ter ocorrido em 2009?

A tsunami na Indonésia foi na véspera do Natal de 2004.

Batemos o telefone, mas Idi não atendeu. Mandamos mensagem de texto. Nada. Um email...

Hoje recebemos a resposta.

— Em 2009 tivemos a posse de Micarla da Prefeitura de Natal.



Escrito por Idi Ota às 20h51
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Sai de baixo!
 

Como diria aquela personagem da novela global, “né moleza não!”

A Prefeitura de Natal prorrogou por mais seis meses as concessões dadas às empresas que operam linhas de ônibus na capital.

Alega que a empresa contratada para fazer os estudos técnicos não conseguiu concluir o trabalho a tempo.

Por lei (se é que lei vale alguma coisa nesses casos), as atuais concessões caducam hoje, 31 de dezembro de 2010.

Já faz tempo que não há licitação. Nosso Idi nem se lembra mais quando foi a última.

Aliás, o aprendiz de araponga, começou a pesquisar, mas desistiu.

Pegou os jornais das décadas de 1980, 1990 e 2000. Necas!

Natal é uma festa permanente.



Escrito por Idi Ota às 09h56
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O adeus a Nina Barinova

 

Sob calor sufocante de um Sol de 36 graus, a cidade de Janduís, no Médio Oeste do Rio Grande do Norte, se despediu nesta quinta-feira (16/12) da primeira-dama do município, Nina Barinova Gurgel, que morreu no dia anterior, aos 59 anos de idade, na UTI da Casa de Saúde São Lucas.

Russa de nascença e potiguar de coração, a médica neurologista que levou conforto a pacientes de todas as classes sociais nos momentos de desesperança e tratou de suas doenças com competência e profissionalismo, encarou a morte com destemor, mesmo sabendo ter poucas chances de vencer a batalha contra o câncer, doença que descobriu há seis anos.

Na celebração religiosa, na Igreja matriz de Santa Terezinha, a presença dos deputados Fátima Bezerra e Fernando Mineiro; da prefeita de Messias Targino, Shirley Targino; do ex-deputado Júnior Souto; do candidato ao Senado Hugo Manso.

De Caicó, cidade onde Nina atuou como médica do SUS, veio uma delegação formada pelo prefeito Bibi Costa, o vice Gilberto, o vereador Cláudio Sandergi, monsenhor Tércio de Araújo, empresários, pacientes, colegas de trabalho. O senador Garibaldi Filho e a governadora eleita Rosalba Ciarlini enviaram telegrama de condolências.

Os servidores da Saúde de Janduís dispensaram o carro fúnebre e fizeram questão de levar o caixão à Igreja e depois ao cemitério público, onde o corpo foi sepultado no túmulo dos patriarcas Vicente (Lourival) Gurgel e Alice Pinheiro.

Nina era casada com o médico e prefeito de Janduís, Salomão Gurgel, há mais de três décadas. Os dois se conheceram quando ele, fugindo da repressão do governo militar, foi estudar na Universidade Patrick Lumumba, em Mosco, no início da década de 1970. Ela veio morar no Brasil em 1991. Deixa dois filhos: Vassili e Andrei.



Escrito por Idi Ota às 23h02
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